Página 3 - Variedades
Comportamento
Estresse, ansiedade ou nervosismo:
diferença está na intensidade
Especialista explica como identificar as nuances de estados psicológicos
O trânsito está ruim, o carro quebrou, o ar está seco, o trabalho é cada vez mais difícil e os problemas familiares são muito complicados. Quem nunca passou por situações como essas? É estresse, ansiedade ou apenas nervosismo? De acordo com o médico homeopata Yechiel Moises Chencinski, todos estão propensos a passar por momentos como esses e é preciso atenção para diferenciar cada condição.
"Embora cientificamente sejam parecidos, podemos dizer que esses estados psicológicos recebem denominações de acordo com o grau de intensidade", considera. "Quando um indivíduo passa por uma fase aguda de ansiedade e esgotamento, por exemplo, ele vivencia o estresse", explica.
Segundo o médico, ansiedade é uma reação-base normal do organismo, responsável por adaptar o corpo a uma situação nova, em maior ou menor intensidade. Quando em um grau elevado, no entanto, essa ansiedade prejudica a capacidade de adequação e uma das consequências é, também, o estado nervoso agudo.
"Cada pessoa responde de uma forma própria e individual para cada tipo de estímulo e, às vezes, a mesma pessoa reage de maneiras diferentes mesmo em circunstâncias semelhantes. Por isso, é difícil rotular os sintomas", aponta o médico. "Nervosismo, angústia, tristeza, depressão, ansiedade, estresse, decepção. Cada uma dessas manifestações tem características específicas", ressalta.
Tratamento é importante para controlar os sintomas - Para o especialista, apesar das reações diferentes, o caminho para resolver os conflitos deve ser sempre o mesmo: procurar um profissional de saúde. "Médicos e psicólogos estão aptos a diagnosticar o problema e, assim, indicar a forma mais adequada de contornar essas situações e retomar o estado de harmonia e equilíbrio", recomenda.
"Uma das maneiras indicadas para controlar estados ansiosos são os medicamentos homeopáticos", indica. "Esses tratamentos são muito eficazes principalmente quando atuam na esfera psicológica. Eles não possuem contraindicações e não causam reações adversas", acredita.
Segundo o Dr. Chencinski, as pessoas estão predispostas a passar por situações desagradáveis, vez ou outra e, apenas, é possível minimizar as reações em busca de uma estabilidade psicológica. "O mundo não é perfeito e, sendo assim, seria impossível estarmos sempre em total equilíbrio emocional", acredita.
(colocar num quadrinho)
Dez passos em busca da harmonia:
1. Se alimentar corretamente
2. Manter o corpo hidratado
3. Praticar atividades físicas regularmente
4. Manter o equilíbrio espiritual e relaxar (meditação, ioga, respiração entre outros)
5. Trabalhar naquilo que gosta e em ambiente físico e emocionalmente saudável
6. Ter tempo para o lazer (cinema, leitura, passeios, viagens, entre outros)
7. Preservar o vínculo familiar e as amizades
8. Ir a consultas médicas preventivas regulares (homeopatia, acupuntura, fitoterapia)
9. Dedicar um tempo a não fazer nada (de vez em quando, é muito legal não fazermos nada, intencionalmente)
10. Estar de bem com a vida
Negócios
Pesquisa é ponto de partida para o sucesso das empresas
Ter o próprio negócio é o sonho de todo empreendedor. Mas, antes de se lançar na aventura de comandar uma empresa, independente do porte, é preciso realizar uma pesquisa mercadológica detalhada para identificar qual o melhor segmento, além de definir também quais serão as suas múltiplas necessidades.
Outro ponto que merece destaque é de como que será feita a abordagem frente ao público-alvo. De acordo com o Gerson Christensen, diretor executivo da SSK Análises Mercadológicas, empresa que atua na área de consultoria, auditoria, ações de marketing, pesquisa de mercado, gerenciamento por categoria e projetos especiais, a metodologia usada nessas pesquisas oferta a possibilidade de se obter todas as informações necessárias a tomada de decisões. “Os brasileiros possuem modos e hábitos distintos de pessoas que moram em outros países. E se a pesquisa usar como filtro a localização regional, diversos perfis poderão ainda ser traçados”, explica.
Pesquisar significa reduzir o risco nas decisões de gestão, detectar problemas e novas oportunidades de negócio e controlar e avaliar o grau de penetração de um produto (novo ou já existente) no mercado, bem como, a sua imagem e notoriedade.
São estudos úteis para recolher informações sobre um mercado que se conhece mal, ou que evoluiu muito rapidamente. “Este tipo de pesquisa fornece informações sobre os hábitos de consumo e compra de produtos, o grau de envolvimento dos consumidores com os produtos, o conhecimento e a imagem das marcas e os critérios de escolha dos clientes”, afirma Gerson.
Com os resultados em mãos, é mais fácil de planejar e tomar decisões. “Há dois caminhos possíveis, que dependem da estrutura da empresa. Se o pequeno empresário possui um ou mais sócios, eles podem dividir as tarefas sendo que, um deles assumirá a função de controle da empresa e busca de conhecimento e planejamento do negócio. Caso contrário, o pequeno empresário deve buscar ajuda com pessoas especializadas, em geral consultores, as quais poderão dar direcionamento ao negócio. No entanto, o pequeno empresário deve tomar cuidado para não entrar em ciladas. Ele deve escolher muito bem o consultor que vai assessorá-lo”, finalizou.
(*) Gerson Christensen é formado em Administração de Empresas pela USP.
Curiosidades
Cérebro Melhor traz os 7 mitos sobre o cérebro humano
1. Humanos têm o cérebro maior que todos os outros animais. Embora, nós sejamos os mamíferos mais inteligentes, nós não temos os maiores cérebros do planeta. Baleias e elefantes têm cérebros maiores que humanos, mas, seus cérebros são obviamente menos desenvolvidos. O que nos torna únicos é a nossa relação entre peso cerebral e peso corporal, que gira em torno de 1:50 para humanos. Para os outros mamíferos é em torno de 1:180, enquanto para a maioria dos pássaros é 1:220.
2. As dobras do cérebro aumentam à medida que se aprende. O cérebro de todo mundo tem dobras. As dobras do nosso cérebro permitem ao cérebro ter uma área superficial maior num espaço pequeno. Cientistas acreditam que a grande área superficial proporcionada pelas dobras é uma das razões que nos torna melhores pensadores do que outros mamíferos no reino animal. Ao longo dos anos, nosso cérebro muda em várias áreas, mas as dobras que nosso cérebro desenvolveu permanecem iguais até o dia de nossa morte.
3. Você pode aprender por osmose. Quem não gostaria de poder aprender coisas novas apenas por absorção de mensagens, como ouvindo a mensagens subliminares, ao invés de ter que estudar? Estudos recentes têm demonstrado que ver ou ouvir mensagens subliminares por uma fração de segundo não necessariamente ajuda no aprendizado. Outros estudos têm desafiado a afirmativa de que você pode aprender um idioma enquanto dorme, simplesmente ouvindo a gravações. Infelizmente, praticamente todo aprendizado requer esforço consciente.
4. Um cérebro danificado nunca sara. Uma lesão cerebral leve, como uma concussão, geralmente sara por completo. Aqueles que sofrem danos severos por AVC, sangramentos e lesões físicas podem se recuperar, pelo menos parcialmente e, mesmo pessoas em coma durante anos, tem ocorrido de acordarem. Nosso cérebro possui habilidades maravilhosas de se reparar. Mas, é importante também, desenvolver suas reservas funcionais e exercitar suas habilidades cognitivas.
5. Drogas e álcool criam buracos no cérebro. O uso intenso de narcóticos pode certamente danificar seu cérebro, porém, não forma buracos no tecido cerebral. Outra falácia é que células cerebrais morrem por causa do consumo de álcool. O que realmente acontece é que, o abuso de álcool e drogas retarda a atividade em certas áreas do cérebro e, como resultado, imagens do cérebro parecem mostrar buracos nessas áreas. Portanto, essas imagens representam simplesmente que essas áreas do cérebro têm níveis de atividade reduzidos..., o que já não é uma boa coisa.
6. Usamos apenas 10% do nosso cérebro. Embora você nunca utilize toda a sua capacidade cerebral ao mesmo tempo, o valor de 10% é simplesmente um mito. No artigo da Scientific American, intitulado Do People Only Use 10 Percent of Their Brains? (As pessoas usam apenas 10% do cérebro?), o neurologista Barry Gordon da Escola de Medicina John Hopkins em Baltimore explica, “Na verdade nós usamos virtualmente todas as partes do cérebro e o cérebro (quase todo) está ativo o tempo todo”. E acrescenta, “Vamos colocar dessa forma: o cérebro representa 3% do peso corporal e utiliza 20% da energia corporal.”
7. Nosso cérebro é cinza. Embora seja verdade que uma parte do nosso cérebro seja cinza claro – todos já ouvimos o termo “substância cinza”, que se refere aos corpos celulares dos neurônios – outras partes do nosso cérebro são brancas, vermelhas, rosadas e mesmo pretas. A “substância branca” consiste de feixes nervosos que conectam as células nervosas, enquanto as áreas vermelhas e rosadas possuem essa cor, por causa do sangue e dos vasos sanguíneos. As áreas pretas são encontradas no diencéfalo e têm essa cor por causa da neuromelanina, que é similar ao pigmento no nosso cabelo e pele.
Sobre o Cérebro Melhor: Lançado oficialmente em maio de 2010, o Cérebro Melhor é uma empresa licenciada do Grupo SBT/Happy Neuron (Scientific Brain Training), com mais de 10 anos de experiência no mercado de desenvolvimento cognitivo por meio de jogos e uma equipe de cientistas reconhecidos no meio acadêmico. O Cérebro Melhor é chancelado por Suzana Herculano-Houzel, consultora científica do portal e neurocientista com diversos livros publicados relacionados à neurociência e bem-estar. Para mais informações, acesse: www.cerebromelhor.com.br
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